Domingo, Outubro 29, 2006
Em cena - A Comunidade
No dia 26 de Novembro está marcada a estreia da peça em Leiria (Auditório do Orfeão Velho de Leiria), integrada no Festival ACASO.
Em breve vão estar aqui disponíveis mais informações sobre a peça e as datas das exibições.
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Sinopse do Espectáculo: Não há força motriz maior nos dias de hoje do que a ganância e não há coisa que faça brilhar os olhos do ganancioso mais do que uma boa soma de dinheiro. De facto numa cultura em que os laços pessoais e os bens sociais são agredidos a favor dos interesses que a vida material provoca é díficil juntar um grupo de pessoas à volta de um mesmo objectivo e numa luta comum... Mas e se essa luta for pelo dinheiro?A Comunidade é uma união forjada pela ganância.
Quando um velhote ganha o totobola a visinhança une-se para o vigiar e lhe sacar o dinheiro. Depois de muitos anos à espera finalmente quando o velhote morre e o caminho parece ser deixado aberto há uma mulher que vai interferir e provocar uma guerra com contornos rídiculos e resultados devastadores.
Sábado, Outubro 28, 2006
Doze em Fúria
Baseado em Twelve Angry Men, de Sidney Lumet
SINOPSE |
E se a sua vida dependesse de um voto? De doze, para ser mais exacto. O que sentiria se de repente, as suas palavras e as suas afirmações nada valessem perante doze pessoas que apenas querem ter certezas? Ou apenas uma: a da sua culpa.
Silenciado pelas regras próprias dos tribunais, a sua defesa depende da astúcia, engenho e inteligência do seu advogado.
Finda a produção da prova, cabe aos doze jurados tomar a decisão, unânime e final. O seu destino está agora nas mãos deles.
Você sabe que os erros ou omissões em Tribunal pagam-se caro... a si pode custar-lhe a vida.
Não havendo certezas há lugar à dúvida razoável… e você está livre.
É este o drama psicológico vivido por muitas pessoas, que têm a infelicidade de cair nas malhas do crime e de aguardar encarcerados o veredicto final de doze americanos típicos.
Esta peça vem explorar não só as falhas de um sistema judicial essencialmente retórico e pouco técnico, como também a falha humana na apreciação de factos, provas e condutas. Falha, essa, que poderá conduzir à morte de alguém, mesmo que completamente inocente.
TEXTO DE PUBLICIDADE |
- Um homem morre depois de ter sido esfaqueado.
- O seu filho, um rapaz de 18 anos, é acusado de o ter morto.
- Doze pessoas que não se conhecem foram chamadas para decidir o destino deste jovem: a liberdade ou a cadeira eléctrica.
Agora, imagine-se numa sala, trancado, com 11 desconhecidos.
A todos foi concedido um voto, uma certeza: culpado ou inocente.
É-lhe comunicado que tudo depende do vosso veredicto unânime.
É, pois, o número 12 a chave do destino do rapaz.
FICHA TÉCNICA |
Encenação: Pedro Wilson
Argumento original e história: Reginald Rose
Adapatação de Texto: Henrique Gomes
Luminotecnia: Pedro Wilson
Sonoplastia: André Sobral
Figurinos: Cénico de Direito
Cenografia: André Sobral com a colaboração de Clara Sevivas e João Silva
Relações Públicas: Ana Paula Lopes e Paula Cristina Morais
Produção: Cénico de Direito
Direcção de Produção: Ana Paula Lopes, Joana Sevivas e Paula Cristina Morais
Elenco: Ana Gomes, Ana Panão, Ana Paula Lopes, André Sobral, Diogo Pinto, Henrique Gomes, Íris Baptista, Joana Sevivas, João Valério, Mafalda Velez, Paula Cristina Morais, Paula Martins, Paulo Mendes e Rodrigo Vilarinho
Duração: 70 minutos
ACTUAÇÕES |
ESTREIA: Auditório do Orfeão Velho de Leiria (Festival ACASO), 19 de Novembro, 22h
II FESTIVAL DE TEATRO CÉNICO: Sala de Teatro da Cantina Velha da Universidade de Lisboa, 2 e 3 de Dezembro, 21h30
CICLO DE TEATRO UNIVERSITÁRIO DA BEIRA INTERIOR: Teatro-Cine da Covilhã, 18 de Março, 21h30
SALTA II: Espaço Gretua, Aveiro, 21 de Abril, 21h45
FESTIVAL DE TEATRO PT: Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, Lisboa, 7 de Maio, 21h30
F.A.T.A.L.: Teatro da Politécnica, Lisboa, 11 de Maio, 21h30
TEMPORADA: Teatro da Luz, Lisboa, 9, 10, 23, 24, 30 e 31 de Maio, 6, 7, 13 e 14 de Junho, 21h30 ...
Contactos
Cénico de Direito
Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa
Cidade Universitária
1649-014 Lisboa
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Telefone: 217934624
Fax: 217939409
Telemóvel: Joana Sevivas - 914087724/ 968504686
E-mail: cenico@netcabo.pt
Últimas peças
O Encenador

Quem é Pedro Wilson? Muitos conhecem-no como Valdez, um músico louco que se faz acompanhar por Piranhas. Outros, mais pequenos, talvez não saibam o seu verdadeiro nome, mas se mencionarmos o Gil da Rua Sésamo, certamente irão sorrir. Alguns lembrar-se-ão do actor que já deu vida a muitas personagens. Outros lembrar-se-ão daquele que foi considerado I'enfant terrible do Teatro em Portugal. Movendo-se discretamente neste meio que já vai conhecendo bem, tem optado por se esconder nos bastidores, tendo vindo a criar raízes enquanto encenador do Grupo de Teatro da Faculdade de Direito de Lisboa, uma vez que assume esse cargo há mais de uma década.
Foi ele quem pôs Macbeth num campo de rugby, foi ele quem, com um lago artificial, apresentou uma versão algo diferente d' Os Lusíadas, foi ele quem colocou o shakespeareano Ricardo III no séc. XX transformando a Guerra das Rosas numa acesa luta política, foi ele quem domou O Dragão, foi ele quem, à força, fez médicos, foi ele quem travestiu Henrique V, foi ele quem nos transportou para um mundo louco com Alice no País das Maravilhas, foi ele quem pôs redondas cantoras de ópera a correr, a saltar, a rodopiar na Lisboa 94, foi ele quem pôs galinhas a cantar de galo, foi ele quem...
Mais importante do que tudo isto, foi ele quem tirou o Cénico de Direito do esquecimento, foi ele quem nos ensinou a importância de uma boa produção, é ele quem nos deixa viver vidas que não são nossas, é ele quem nos ensina a enfrentar o público, muitas vezes a contracenar com o público, é ele que nos obriga a esfolar joelhos, cotovelos, pés e mãos, é ele quem nos ensina a esquecer preconceitos, é ele quem inventa umas metáforas malucas que mais ninguém deslinda, quem consegue ver uma sugestão sexual num papel de parede branco, é ele quem nos ensina peça após peça, acto após acto, dia após dia, a amar cada vez mais esta arte de saber estar na vida: o Teatro.
Historial

- No ano da sua fundação, o grupo apresenta a peça As Surpresas do Regresso (Mostellaria) de Plauto, levado à cena por Claude-Henri Frèches, no Teatro da Trindade e na Casa de Arganil.
- Em 1955/56, a peça A Salvação do Mundo origina uma série de conferências organizada pelo grupo, subordinada ao tema “O Teatro No Mundo”, orientada por Jorge Faria.
- No ano seguinte, o grupo produz o espectáculo Tempo de Espera, de Pedro Amorim, levado à cena por Malaquias de Lemos (o fundador do grupo).
- As peças Esperando Godot, de Samuel Beckett e Patrulha Para a Morte, de Alfonso Sastre, foram repetidas em 1957/58, mas nunca mais foram representadas, devido à censura da P.I.D.E. (polícia secreta do regime ditatorial salazarista).
- Em 1959/60, o grupo apresenta as peças A Cantora Careca, Eugène Ionescu, levada à cena por Malaquias de Lemos, e As Três Máscaras, de José Régio, levada à cena por Azinhal Abelho, apresentada no Teatro da Trindade e na Faculdade de Letras de Lisboa.
- Durante os anos de 1959/60, o Cénico apresenta A Terra Que o Coração Deseja, de William Buttler Yeats, levada à cena por Fernando Midões (outro fundador do grupo), e Borrão, de Augusto Sobral, levada à cena por Morais e Castro. O grupo participou no III Ciclo de Teatro do CITAC, em Coimbra, e no Festival de Teatro Universitário do AEIST, no Teatro da Trindade.
- Eh! Lá Fora!, de William Saryan, levada à cena por Fernando Gusmão, é apresentada no Festival Internacional de Nancy.
- Entre 1961 e 1971, o grupo participa pela segunda vez no Festival Internacional de Nancy, apresentando regularmente espectáculos com a colaboração de encenadores como: Luís Miguel Cintra, Adolph Gutkin, Morais e Castro, entre outros.
- Depois de um interregno que durou onze anos, povoado por algumas tentativas de reorganização, em 1983, Alberto Lopes assina a encenação de Ubu, de Alfred Jerry, apresentado na Sala Experimental do Teatro Nacional D. Maria II.
- Em 1985, o grupo prossegue com o espectáculo Sangue no Pescoço da Gata, de Rainer Wenner Fassbinder, e, em 1986, com Joseph K., de Kafka, ambos com encenação de Alberto Lopes.
- Vinte e sete anos depois da sua primeira apresentação, A Cantora Careca é mais uma vez levada à cena pelo grupo (1987).
- Em 1988, o Cénico apresenta A Noite no Arbusto, a partir de A Amante Inglesa, de Marguerite Duras, com encenação de Élio Correia.
- Em 1991, o grupo apresenta Saudades do Paraíso, de Yvette K. Centeno, encenada por Filipe Petronilho.
- Em 1993, o grupo inicia a sua relação com o encenador Pedro Wilson e produz a peça Henrique V, de William Shakespeare, na antiga prisão das Mónicas. O espectáculo é levado ao III Encontro de Teatro Universitário de Coimbra e à Animação do Chiado ’93.
- Em 1994, é apresentado Médico à Força, de Molière, com encenação de Pedro Wilson. A estreia teve lugar na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa. Seguiu-se o mês de Junho e princípio de Julho no Palco Oriental e, depois, partiu em tournée por Lagos, Santarém, Portimão (no Encontro Nacional de Teatro Universitário do Algarve) e Silves.
- Em 1995, o Cénico publica a primeira edição da Revista Art.245º - Declarações Não Sérias, produzida pelo próprio grupo.
- Em 1995, ainda com Pedro Wilson, o grupo retoma Shakespeare, desta vez para contar a história de Ricardo III. A adaptação de texto foi concretizada pelo encenador e por Gilberto Gouveia, tendo a peça sido apresentada:
- 23 de Maio, na Faculdade de Direito de Lisboa
- 29 de Maio, no Mini-Auditório do I.P.J. de Coimbra (para o festival acTUs)
- de 8 de Junho a 8 de Julho, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa
- 28 de Julho, no Castelo de Palmela
- 9/10 de Setembro, no Teatro Flutuante do Nilo, no Cairo, Egipto (para o VII Festival Internacional para o Teatro Experimental do Cairo)
- 16 de Setembro, Celorico da Beira
- 4 de Outubro, Portimão (no II Encontro Nacional de Teatro Universitário do Algarve)
- 15 de Outubro, Teatro Sá da Bandeira, Santarém
- 20 de Outubro, Almada
- 7 de Novembro, na Faculdade de Direito de Lisboa
- 18 de Novembro, no Teatro Bernardino Ribeiro, em Estremoz.
- Em 1996, o Cénico apresenta Electra e os Fantasmas, de Eugene O’Neil e, mais uma vez, Pedro Wilson é o encenador. O espectáculo foi apresentado:
- A 29 de Maio, na Cantina Velha da Universidade de Lisboa
- de 1 a 16 de Junho, no Teatro da Trindade
- de 1 a 28 de Julho, no Auditório Carlos Paredes
- 4/5 de Setembro, no Palácio Al-Ghouri, no Cairo, Egipto (no VIII Festival Internacional para o Teatro Experimental do Cairo)
- 11 de Outubro, na Covilhã (para o Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior)
- 19 de Outubro, em Portimão (para o III Encontro Nacional de Teatro Universitário do Algarve)
- 26/27 de Outubro, no Porto
- 12 de Novembro, na Faculdade de Direito de Lisboa
- Em 1997, é a vez de Jean Genet e d’ A Varanda; encenação de Pedro Wilson
- A estreia foi a 11 de Junho desse ano, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica, tendo a temporada se prolongado por cerca de um mês e meio
- O espectáculo passou: por Portimão, para o IV Encontro Nacional de Teatro Universitário do Algarve; por Coimbra, para o festival acTUs; pela Covilhã, para o Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior, pela Faculdade de Direito de Lisboa e pela Exposição Mundial de Lisboa 1998.
- Em 1998, o Cénico leva à cena As Bacantes, de Eurípedes, mais um trabalho dirigido por Pedro Wilson.
- A estreia é nos finais de Outubro no Museu Machado de Castro, em Coimbra, durante mais um acTUs.
- Em Novembro, a peça é representada na Faculdade de Direito de Lisboa
- Em Março de 1999, na Sociedade Recreativa Guilherme Coussoul, o espectáculo marca a presença do Cénico na Semana da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa
- Já em Abril, As Bacantes abrem o primeiro Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, na Academia de Santo Amaro, em Alcântara.
- O grupo organiza o recital Um Mar de Teatro, em 1999, para a Faculdade de Direito. Entre outros, declama-se: Jorge de Sousa Braga, António Gedeão, Fernando Pessoa e Sophia de Mello Breyner Andresen.
- No ano 2000, Pedro Wilson encena A Dama do Mar, de Henrik Ibsen, para o Cénico abrir o novo milénio
- A estreia foi no dia 17 de Fevereiro, no Cine-Teatro da Encarnação. A temporada aí prolongou-se até 4 de Março.
- No dia 30 de Março, o espectáculo é apresentado na Semana da Faculdade de Direito de Lisboa.
- Dia 8 de Junho, no Teatro da Trindade, é a vez de A Dama do Mar ser a contribuição do Cénico para o II Festival Anual de Teatro da Academia de Lisboa.
- Em 2001, o Cénico apresenta Cães Danados, a partir de uma adaptação de texto baseada no filme Reservoir Dogs, de Quentin Tarantino, feita por Luís Filipe Borges, com o auxílio do encenador Pedro Wilson.
- A 21 de Março dá-se a estreia, no Teatro Taborda, abrindo a programação teatral da Semana da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa.
- A temporada sucede na sala das Novas Tendências do Teatro A Comuna, de 13 a 30 de Junho.
- Imediatamente, sucede a reposição, desta vez na Sala-estúdio do Teatro da Trindade, de 5 a 15 de Julho.
- O espectáculo passa a 27 de Outubro pelo Orfeão Velho de Leiria, no festival ACASO.
- A 17 de Novembro, há uma actuação em Faro, na Universidade do Algarve.
- A 5 de Dezembro passa na Universidade de Lisboa, inserido na programação do III Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.
- Em 2002, o grupo apresenta a peça A Kulpa, baseada n’ O Processo de Franz Kafka, com adaptação de Henrique Gomes e Pedro Wilson e encenação deste último.
- A 19 de Outubro a peça é estreada no Orfeão Velho de Leiria, no âmbito do Festival ACASO.
- Em Novembro, o Cénico actuou em Faro, no festival ENTU.
- Em Lisboa, no mês de Novembro, no Teatro Taborda, a peça abriu o Festival de Teatro Jovem de Lisboa ( III MOSTRA- -TE).
- Já em Janeiro de 2003, A Kulpa esteve em temporada na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul.
- A última actuação sucedeu no Teatro Maria Matos em Lisboa, a abrir o Festival FATAL, em Março.
- No final de 2003, o Cénico já tem em cena a nova peça: À Espera de Godot, de Samuel Beckett, novamente encenada por Pedro Wilson.
- A estreia acontece a 9 de Novembro, no Orfeão Velho de Leiria, durante o Festival ACASO.
- Segue-se uma actuação no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, aquando do festival acTUs, concretizado em finais de Novembro.
- A peça esteve em cena nos dias 23, 24, 29 e 30 de Janeiro e 5, 6, e 7 de Fevereiro de 2004, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul.
- Seguiu-se a Semana da Juventude, no mês de Março, quando o Cénico actuou no Teatro Taborda.
- Duas noites depois, À Espera de Godot foi representada no palco do Teatro Cine Covilhã, aquando do Festival de Teatro Universitário da Beira Interior.
- O Cénico foi convidado para apresentar um exerto da peça no programa da SIC “Às Duas por Três”, no dia 19 de Maio, com o fim de fazer divulgação para o Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, no qual a actuação do grupo teve lugar no dia 21 do mesmo mês.
- A peça foi ainda levada até aos palcos açoreanos, tendo a capital do arquipélago acolhido o grupo na Aula Magna da Universidade dos Açores, no dia 27 de Maio. Nas noites de 28 e 29, o Cénico actuou no Teatro Ribeiragrandense, também na ilha de São Miguel.
- Os cénicos esperaram Godot, pela última vez, a 6 de Junho, no mesmo palco onde foi a peça foi estreada.
- Para celebrar meio século de existência, o Cénico de Direito resolveu concretizar o primeiro Festival de Teatro organizado pelo próprio grupo. Assim, em Novembro de 2004, o Grupo de Teatro da Faculdade de Direito de Lisboa repôs as suas três últimas peças e estreou outra, bem como recebeu as actuações de outro grupo de teatro universitário e de uma companhia profissional. As celebrações do quinquagésimo aniversário também contaram com as actuações das mesmas quatro peças do Cénico de Direito em Leiria.
- A nova peça, apresentada pela primeira vez no Festival, é Coisas de Mulher, uma junção e adaptação de textos de vários autores (na sua maioria, de Luísa Costa Gomes) feitas por Pedro Wilson, o qual é, novamente, encenador.
- A estreia deu-se a 22 de Novembro de 2004, em Lisboa, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa
- Em Leiria, novemente no âmbito do Festival ACASO, a peça foi apresentada no Auditório do Orfeão Velho a 27 de Novembro
- Na noite seguinte, Coisas de Mulher decorreu no palco do Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra (Festival acTUs)
- Durante o Ciclo de Teatro Universitário da Beira Interior (Covilhã), o Cénico actuou no Teatro-Cine da Covilhã, a 6 de Março de 2005
- Em Aveiro, na I Mostra Teatro Universitário, a peça esteve em cena no Teatro Aveirense, a 16 de Abril de 2005
- A temporada deste trabalho, em Lisboa, aconteceu na Sala I do Teatro da Comuna, de 22 de Abril a 7 de Maio
- No Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, que teve lugar no Teatro da Politécnica, Coisas de Mulher foi a peça apresentada na noite de 24 de Maio
- A última actuação deu-se em Lisboa, no Auditório Clube Portugal Telecom, a 28 de Maio
- O sucesso do I Festival de Teatro Cénico, de mão dadas com uma maior experiência e novos apoios, persuadiram o grupo a repeti-la em 2005 e, esperamos, durante muitos anos. Apesar de vários trabalhos do Cénico de Direito marcarem sempre presença, este núcleo aposta cada vez mais na apresentação de peças de outros grupos de teatro, quer também de Lisboa, quer de outras cidades do país, quer ainda de outros países.
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